
Em uma entrevista ao jornal Extra, Valesca Popozuda, detalhou sua relação com brinquedos eróticos. Durante o papo, ela contou qual dos brinquedos mais utiliza e sem papas na língua, declarou que em algumas ocasiões, prefere se satisfazer sozinha do que estar ao lado de um homem.
“Tenho um consolo que é um pênis que cola na parede e no chão. Também possuo um brinquedo em formato de coelhinho com várias funções, que proporciona uma diversão incrível. Quando estou com vontade, simplesmente vou lá e uso,” contou Valesca de forma descontraída. Às vezes, os brinquedos são mais prazerosos do que um homem. Prefiro mil vezes eles do que ter um homem ao meu lado”.
Valesca Popozuda também pontuou sobre sua coleção de brinquedos eróticos, segundo ela, já perdeu a conta de quantos possui.
“Amo vibradores, tenho vários, perdi as contas. Do lado da minha cama deve ter uns cinco. E debaixo deve ter uma mala cheia. Eu era rata de sex shop”, confessou a cantora, que ainda declarou que passou a praticar sexo anal, e se satisfez: “Amo fazer sexo anal. Fui descobrindo que eu tinha esse desejo… Mas a pessoa tem que me conquistar na cama para ganhar. Não é com qualquer um que pratico”, pontuou.
Valesca Popozuda conta que já pensou em fazer aborto
No final do mês passado, a funkeira confessou em entrevista ao Jornal Extra, que cogitou a possibilidade de interromper a gravidez ao ter descoberto que estava à espera do primeiro e único filho, Pablo, hoje com 24 anos.
Segundo Valesca, ela não tinha recursos para criar o bebê, mas que seguiu a gestação sem auxilio do pai, como fez sua mãe.
Por um momento pensei em tirar meu filho, porque eu comecei a ter gatilhos. Pensei que passaria tudo que minha mãe tinha passado sem ninguém para me ajudar”, disse. Quando contei da gravidez, ela me apoiou e disse para eu não fazer isso. Afirmou que não passaríamos fome e que ela estava ali para me dar as mãos”, relembrou.
A cantora também confessou que precisou de auxilio para criar o filho. “Não tinha frauda, nem tinha leite, busquei uma instituição que me dava cesta básica de 15 em 15 dias, voltava pra casa feliz com saco de mantimentos”, finalizou.








