Recentemente, o ex-BBB Arthur Picoli mostrou um procedimento um tanto quanto incomum: o transplante de barba. Segundo influenciador, a barba era uma questão que o incomodava há algum tempo, o que o influenciou a realizar o procedimento. Mas você sabe como ele funciona?
A técnica mais comum para o transplante de barba é a Extração de Unidades Foliculares (FUE), que envolve a remoção individual de folículos pilosos da área doadora (geralmente a nuca) e sua implantação na região desejada da barba. Esse método minimiza cicatrizes e proporciona resultados naturais.
Mas por que os homens têm escolhido a passar por essa técnica? Muitos deles são por questões de genética. Por exemplo, a falta de pelos faciais faz com que muitos busquem o procedimento para obter uma barba mais densa. Outro exemplo é camuflar cicatrizes resultantes de traumas ou procedimentos anteriores. A barba é frequentemente associada a traços de masculinidade e estilo; sua ausência pode impactar a autoconfiança.
Nos últimos anos, houve um aumento significativo na procura por transplantes de barba. De acordo com a International Society of Hair Restoration Surgery (ISHRS), em 2012, os transplantes de barba representavam 1,5% de todos os transplantes capilares realizados. Além disso, dados indicam que procedimentos envolvendo barba e bigode cresceram 14,2% desde 2012.
O transplante de barba possui riscos?
Embora o transplante de barba seja considerado um procedimento seguro, alguns riscos podem estar associados à cirurgia. A infecção local é uma das complicações possíveis, podendo ocorrer caso a higienização do ambiente não seja adequada ou se o paciente negligenciar os cuidados pós-operatórios.
Além disso, a inabilidade do profissional responsável pode resultar em cicatrizes inestéticas, comprometendo a densidade e o desenho da barba, deixando um resultado insatisfatório. Outro efeito colateral comum é o inchaço acompanhado de coceira, geralmente temporário, mas que pode causar desconforto nos primeiros dias após o procedimento.








