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    A grande maioria da população já aplicou alguma química no cabelo, seja ela coloração, alisamento ou permanente. Segundo os dados da Associação Brasileira de Salões de Beleza (ABSB), cerca de 40% a 50% dos brasileiros realizam algum tipo de tratamento químico no cabelo anualmente, sendo em média 95 milhões de pessoas. Porém, o que às vezes se esquece é o perigo que essa prática pode causar nos fios e no couro cabeludo, podendo resultar em queda capilar, inflamações e corte químico.

    Por mais que os resultados desses procedimentos sejam exuberantes, as suas consequências conseguem ser ainda maiores se forem feitas de forma incorreta e com alta frequência, promovendo o efeito contrário do esperado, como a desidratação, a alteração de cor em lugares aleatórios e o aumento de inflamação e descamação do couro cabeludo.

    O especialista capilar e cirurgião Iago Carega da clínica Vitta Capeli enfatiza que o aumento da sensibilidade no couro cabeludo depois da realização de um procedimento químico, é comum e pode haver por diversas causas, e que grande parte dessas consequências são ocasionadas pela frequência dos procedimentos e pela sua composição,

    “A pele pode ficar mais sensível pelo impacto advindo dos produtos químicos, que podem modificar a estrutura do couro e dos fios de cabelo. E, por conter substâncias fortes como formol e peróxido de hidrogênio, as químicas podem causar ardência e irritação, além de poder desencadear alergias.”, enfatiza Iago.

    Além disso, o doutor ainda ressalta o aumento da queda capilar -provocada pelas inflamações-, a alteração de cor dos fios pela alteração do pH da estrutura, o ressecamento pela perda de água e proteínas que as fontes de calor e os descolorantes proporcionam e, ainda, a alteração da estrutura do fio, que aumenta o número de quebras por promover a fragilidade.

    “Por mais que o resultado do cabelo fique bonito após os procedimentos, o cuidado com o pós se torna redobrado para quem se preocupa com a saúde capilar e procura evitar graves consequências, como a alopécia -popularmente conhecida como calvície.”

    Para evitar esses problemas, o especialista em saúde capilar e diretor geral da clínica, Gabriel Bortolazi, mostra alguns cuidados que podem ser feitos durante o cotidiano que irão minimizar os danos mais graves.

    Fazer uma restauração dos fios e manter um intervalo entre cada química é essencial para que não haja danos. Além disso, deve-se utilizar produtos nutritivos e livres de substâncias agressivas para que não haja nenhum novo problema nos fios e, ainda, realizar massagem no couro para estimular a circulação sanguínea e o crescimento capilar.” Finaliza Gabriel Bortolazi.

    Jornalista carioca formado pela Estácio. Possui experiência com redação jornalística, assessoria de imprensa, cobertura de eventos, revisão de texto e social media. É redador do Spun Orgânico desde junho de 2024 e escreve sobre entretenimento, famosos e moda. Contato: [email protected]

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