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    Bad Bunny chamou atenção no Super Bowl 2026, realizado neste domingo (08/02), no Levi’s Stadium, na Califórnia, ao subir ao palco com um figurino aparentemente simples que carregava uma mensagem pessoal e simbólica sobre suas origens.

    📸 Confira os registros dos looks de Bad Bunny:

    Bad Bunny usa figurino com número 64 durante apresentação no Super Bowl 2026
    Detalhe do figurino usado por Bad Bunny no Super Bowl 2026, que traz o número 64 e referências pessoais do artista. (Foto: Reprodução/YouTube/NFL, Edição/Moda20)
    Bad Bunny canta no palco do Super Bowl 2026 diante de estádio lotado
    Bad Bunny em momento da apresentação histórica no show de intervalo do Super Bowl 2026, na Califórnia. (Foto: Reprodução/YouTube/NFL, Edição/Moda20)

    Primeiro artista latino a comandar o show de intervalo com repertório majoritariamente em espanhol, o cantor porto-riquenho incorporou o visual à construção da apresentação, reforçando uma tendência do Super Bowl de performances em que o figurino é pensado nos mínimos detalhes.

    O significado por trás do figurino usado no palco

    O artista iniciou a apresentação vestindo um look off-white composto por camisa social, gravata e uma sobreposição que remetia ao futebol americano. A peça trazia o nome “Ocasio” e o número 64, elementos que rapidamente despertaram interpretações entre fãs e espectadores nas redes sociais.

    Entre as teorias mais compartilhadas, surgiram associações ao álbum El Último Tour del Mundo (2020), que se tornou o primeiro disco em espanhol a liderar a Billboard 200 após 64 anos, além de uma possível referência familiar ligada à mãe do cantor.

    Segundo o jornal britânico Daily Mail, no entanto, o número 64 foi uma homenagem direta a um tio falecido de Bad Bunny, que praticava futebol americano e utilizava esse número na camisa. Já o sobrenome “Ocasio” faz alusão tanto ao nome de sua mãe, Lysaurie Ocasio, quanto ao nome completo do artista, Benito Antonio Martínez Ocasio.

    🎬 Assista à performance do artista no Super Bowl:

    Moda acessível e identidade cultural no Super Bowl

    Além do primeiro figurino, Bad Bunny também apareceu com um terno claro de corte reto, óculos escuros e acessórios de alto padrão, como um relógio Audemars Piguet avaliado em cerca de US$ 75 mil, aproximadamente R$ 390 mil na cotação atual, além de brincos de diamante e o tênis Badbo 1.0, fruto de sua colaboração com a Adidas.

    Apesar dos itens de luxo, os dois looks principais usados no palco foram assinados pela Zara. De acordo com a revista People, a escolha da marca reforça a proposta de aproximar a performance de uma estética popular e representativa da cultura latina contemporânea.

    “Eu queria que ele tivesse algo pessoal e único, que sempre simbolizasse essa apresentação histórica”, afirmou Marvin Douglas Linares, um dos stylists responsáveis pelo visual, em comunicado oficial.

    Manifesto latino e participações de peso

    O cenário reproduziu a famosa “Casita”, estética utilizada por Bad Bunny em suas turnês em Porto Rico, servindo como um contraponto político às discussões sobre imigração nos Estados Unidos.

    O espaço VIP contou com a presença de artistas latinos como Karol G, Cardi B, Jessica Alba e Pedro Pascal. Em participações especiais, Lady Gaga apresentou uma versão em salsa de Die With a Smile, enquanto Ricky Martin cantou LO QUE LE PASÓ A HAWAii.

    O encerramento trouxe ao palco bandeiras de todos os países da América Latina, enquanto Bad Bunny mantinha a apresentação majoritariamente em espanhol, em um momento marcado pelo endurecimento das ações do ICE e pelo impacto dessas políticas sobre comunidades latinas nos Estados Unidos.

    🚩 Assista o encerramento emocionante do espetáculo histórico no Levi’s Stadium:

    Licenciada e mestranda pela Universidade Federal de Pelotas, atua na produção de conteúdo desde 2023 acompanhando tendências, celebridades e os movimentos mais quentes do mundo da moda.

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